ÍNDICE
- Sobre Esta Edição
Os editores
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- Os Júris Americanos
Fred Graham, âncora da truTV
- O sistema de júris dos EUA deriva de uma prática britânica cujo objetivo era proteger os súditos contra a tirania do rei. Evoluiu com as mudanças sociais e sobreviveu, continuando a servir para refrear o poder do governo.
- O Papel do Júri
D. Graham Burnett, professor de História da Universidade de Princeton
- Provar a culpa acima de qualquer dúvida razoável pode ser um teste bastante difícil para os jurados. Embora exista a possibilidade de o culpado sair livre após o julgamento pelo tribunal do júri, esse sistema ainda supera qualquer outro.
Glossário de Termos e Fluxograma sobre Tribunais de Júri
Jack King, diretor de Relações Públicas e Comunicações, Associação Nacional dos Advogados de Defesa Criminal
Os Júris Americanos
Ricardo M. Urbina, juiz, Juízo Federal de Primeira Instância do Distrito de Colúmbia em Washington
Um juiz precisa fazer os jurados entenderem que eles são como juízes substitutos, imparciais sob juramento.
Ponto-Contraponto
Julgamentos pelos Tribunais do Júri: Prós
Neil Vidmar, professor de Direito, Escola de Direito da Universidade Duke
Em uma comunidade, os julgamentos pelos tribunais do júri não somente dão credibilidade aos veredictos proferidos nos processos como também parecem tornar os jurados cidadãos melhores.
Julgamos pelos Tribunais do Júri: Contras
Peter J. van Koppen, professor de Psicologia Forense, Faculdade de Direito da Universidade de Maastricht
O sistema de julgamento pelo tribunal do júri é tão complicado e caro que força a maioria dos acusados a aceitar transações penais. Nos poucos casos que vão a julgamento, os jurados quase sempre analisam questões técnicas que vão além de sua capacidade.
O Papel do Promotor Público
Shane Read, procurador adjunto dos EUA
O promotor público visa não apenas persuadir os jurados da alegação do governo de que o réu cometeu um crime como também assegurar que nenhuma pessoa inocente seja condenada por engano.
Sistemas de Júri no Mundo
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- O Papel do Advogado de Defesa
Barry Pollack, advogado, escritório de advocacia Miller Chevalier
- Para réus dispostos a correr o risco de ir a julgamento, um advogado de defesa competente pode contestar até mesmo os poderes extraordinários do Estado.
- Lapidando as Jóias da Justiça
Gregory E. Mize, membro do Centro Nacional de Tribunais Estaduais
- Duas organizações estão elaborando alguns princípios com o objetivo de tornar os júris mais representativos de suas comunidades e mudar a forma com que os julgamentos são conduzidos para proporcionar aos jurados uma melhor compreensão de questões complexas.
- O Papel da Testemunha
Maurice Possley, jornalista e escritor
- O modo pelo qual uma testemunha apresenta os fatos de um caso pode influenciar as emoções do júri.
- Algumas Diferenças entre os Estados
Paula L. Hannaford-Agor, diretora, Centro de Estudos sobre Júris do Centro Nacional de Tribunais Estaduais
- Existem diferenças significativas nas práticas de julgamento por júri entre os diferentes tribunais estaduais e entre os tribunais federais e estaduais.
- O Papel do Jornalista
Ted Gest, presidente, Associação dos Jornalistas da Justiça Criminal
- Scrutiny by news reporters of jury trials gives the public added assurance that the judicial system is working fairly.
- Law & Order Reflete a Vida Real
Entrevista com Richard Sweren, roteirista e produtor de Law & Order
- A série Law & Order atrai há 19 anos os fãs americanos de TV ao refletir a complexidade, algumas vezes angustiante, do sistema de justiça criminal da vida real.
Recursos Adicionais
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eJournal USA
Volume 14, Número 7, Julho de 2009
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O Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA publica uma revista eletrônica mensal com o logo eJournal USA. Essas revistas analisam as principais questões enfrentadas pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, bem como a sociedade, os valores, o pensamento e as instituições dos EUA.
A cada mês é publicada uma revista nova em inglês, seguida pelas versões em francês, português, espanhol e russo. Algumas edições também são publicadas em árabe, chinês e persa. Cada revista é catalogada por volume e por número.
As opiniões expressas nas revistas não refletem necessariamente a posição nem as políticas do governo dos EUA. O Departamento de Estado dos EUA não assume responsabilidade pelo conteúdo nem pela continuidade do acesso aos sites da internet para os quais há links nas revistas; tal responsabilidade cabe única e exclusivamente às entidades que publicam esses sites. Os artigos, fotografias e ilustrações das revistas podem ser reproduzidos e traduzidos fora dos Estados Unidos, a menos que contenham restrições explícitas de direitos autorais, em cujo caso é necessário pedir permissão aos detentores desses direitos mencionados na publicação.
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