eJournal USARevista Eletrônica do Departamento de Estado dos EUA, fevereiro de 2010

Um Mundo Sem Armas Nucleares

A World Free of Nuclear Weapons
(Capa: © Getty Images)

Desde que as primeiras bombas atômicas foram detonadas em 1945, alguns tentaram livrar o mundo das armas nucleares. O presidente Obama abraçou essa meta com novo vigor. Esta edição de eJournal USA examina os desafios para que o desarmamento nuclear seja alcançado. Ela transmite as esperanças de alguns especialistas e explica as dúvidas de outros.

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A World Free of Nuclear Weapons

ÍNDICE

Sobre Esta Edição
Os editores

AMEAÇA E PROMESSA

Compromisso de Obama
Ellen O. Tauscher, subsecretária de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional
Outras pessoas falaram em alcançar um mundo sem armas nucleares. O presidente Obama está tentando tornar isso realidade.

A Transformação da Política Nuclear Americana
Joseph Cirincione, presidente, Fundo Ploughshares
O presidente Obama enfrenta muitos obstáculos, em especial o ceticismo.

Jogo de Porcentagens
Entrevista com Brent Scowcroft, ex-assessor de Segurança Nacional do Governo Americano
Zero armas nucleares pode tornar o mundo ainda mais instável.

Contribuição para a Não Proliferação Nuclear
George Perkovich, diretor, e Deepti Choubey, vice-diretor, Programa de Política Nuclear, Fundação Carnegie para a Paz Internacional
A cooperação entre as potências nucleares para evitar a proliferação exige o cumprimento do acordo de desarmamento e não proliferação.

Fissão, Fusão
As armas nucleares podem alcançar seu poder destrutivo de duas maneiras diferentes.

Além dos Tratados Existentes
Rebecca Johnson (Reino Unido), diretora executiva, Instituto Acronym para a Diplomacia do Desarmamento
A conferência de revisão de 2010 sobre não proliferação nuclear deve começar a lançar os fundamentos de um tratado de abolição das armas nucleares.

TENTATIVAS DESARMAMENTISTAS DO PASSADO

Sucessos e Fracassos
Jeremi Suri, professor de História, Universidade de Wisconsin-Madison
O século 20 teve sucessos e fracassos com relação ao controle de armas.

ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA

Por que os Arsenais?
Jonathan Reed Winkler, professor-associado de História, Universidade Estadual de Wright
Manter estoques de ogivas nucleares enormes e caros foi o custo da paz durante a Guerra Fria.
Lei de Ponderação EUA-Rússia
Dmitri Trenin (Rússia), diretor, Centro Carnegie de Moscou
Líderes russos apoiam publicamente a ideia de um mundo livre de armas nucleares, mas não têm uma estratégia clara para fazer avançar essa visão.

Megatons para Megawatts
Andrew Newman (Austrália), pesquisador associado, Universidade de Harvard
Graças ao programa Megatons para Megawatts, metade da energia nuclear dos EUA vem de ogivas nucleares russas desmontadas.

PERSPECTIVAS

Jovens na Dianteira
Johan Bergenäs (Suécia), pesquisador associado, Instituto Monterey de Estudos Internacionais
O avanço em direção a um mundo livre de armas nucleares depende dos jovens do mundo todo.

Um Mundo mais Seguro para Todos
Jayantha Dhanapala (Sri Lanka), presidente, Conferências Pugwash sobre Ciência e Assuntos Mundiais
Um acordo global verificável sobre a eliminação das armas nucleares tornaria todos os povos do mundo igualmente seguros.

O Compromisso de Estados sem Armas Nucleares
Irma Argüello (Argentina), fundadora e presidente, Fundação de Não Proliferação para a Segurança Global
Todos os países devem saber que a eliminação das armas nucleares aumentará a segurança de todos os países.

Em números

Recursos Adicionais
Seleção de livros, artigos e sites.

    

A World Free of Nuclear Weapons

eJournal USA

eJournal USA
Volume 15, número 2, fevereiro de 2010

O Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA publica uma revista eletrônica mensal com o logo eJournal USA. Essas revistas analisam as principais questões enfrentadas pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, bem como a sociedade, os valores, o pensamento e as instituições dos EUA.

A cada mês é publicada uma revista nova em inglês, seguida pelas versões em francês, português, espanhol e russo. Algumas edições também são publicadas em árabe, chinês e persa. Cada revista é catalogada por volume e por número.

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Revisora do português Marília Araújo