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Caminhos Não Violentos
de Mudança Social

PDF version of 'Nonviolent Paths to Social Change'
Foto da capa: no 15º aniversário da independência de Belarus em 2006, manifestantes seguram bandeira durante concerto de rock de comemoração em Minsk. Na camiseta, se lê: “Frente Jovem” (© Sergei Grits/AP Images)

Os últimos 30 anos viram uma explosão de movimentos não violentos de “poder popular” em todo o mundo fazendo avançar os direitos humanos e derrubando governos repressores. Esta edição de eJournal USA mostra que ações não violentas podem ser mais poderosas do que insurreições armadas na obtenção de mudanças sociais.

Sobre Esta Edição    
Recursos Adicionais    
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Nonviolent Paths to Social Change

ÍNDICE

Sobre Esta Edição
Os editores


Por que a não violência funciona

O Poder da Ação Não Violenta
Stephen Zunes, professor de Política, Universidade de São Francisco
As revoltas armadas impõem grandes custos humanos. Os movimentos não violentos de “poder popular” souberam, com sucesso, chamar a atenção para a repressão oficial e conquistar o apoio dos indecisos.

A Não Violência na História dos EUA
Ira Chernus, professor de Estudos Religiosos, Universidade do Colorado em Boulder
Com raízes na Europa do século 16, as tradições intelectuais do pensamento e da ação da não violência se desenvolveram nos Estados Unidos nos séculos 19 e 20 e se propagaram para a Ásia e a África.


Geração de mudanças de base

O Que Fazem os Organizadores Comunitários?
Kathy Partridge, diretora executiva, Fundadores Ecumênicos
Milhões de cidadãos americanos têm recorrido a organizadores comunitários para ensiná-los a pressionar governos a fazer a coisa certa.

A Campanha Eletrônica: Arregimentação de Voluntários e Eleitores
David Talbot, correspondente-chefe da Technology Review
A vitória de Barack Obama na eleição de 2008 mostrou que as ferramentas da internet para doação de dinheiro e canalização eficiente dos esforços de grande número de voluntários podem ser extraordinariamente poderosas.

Direcionando o Poder do Protesto
Clay Shirky, professor, Programa de Telecomunicações Interativas da Universidade de Nova York
Ferramentas de comunicação novas e simples estão removendo obstáculos para as ações coletivas de pessoas comuns e assim mudando o mundo.


Soluções sugeridas pela ciência

A Guerra Nunca Vai Terminar?
John Horgan, diretor, Centro de Escritos Científicos, Instituto de Tecnologia Stevens
A guerra não faz parte da condição natural do homem. A civilização promove modos menos violentos de efetuar mudanças.

O Dilema do Prisioneiro e Outras Oportunidades
David P. Barash, professor de Psicologia, Universidade de Washington
A teoria dos jogos sugere que, embora a cooperação não seja nada fácil de ser alcançada, é possível demonstrar que muitas vezes ela é preferível ao conflito.


Sete pessoas mudando o mundo

Poucas Pessoas Fazendo Acontecer
Howard Cincotta, correspondente especial, America.gov
Não existe uma fórmula única para implementar mudanças sociais significativas. Aqui estão sete pessoas que mostram como essa mudança pode ser realizada.

Recursos Adicionais
Livros, artigos, filmes e organizações relacionados com mudanças não violentas
 

    

Nonviolent Paths to Social Change

eJournal USA

eJournal USA
Volume 14, número 3, março de 2009

O Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA publica uma revista eletrônica mensal com o logo eJournal USA. Essas revistas analisam as principais questões enfrentadas pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, bem como a sociedade, os valores, o pensamento e as instituições dos EUA.

A cada mês é publicada uma revista nova em inglês, seguida pelas versões em francês, português, espanhol e russo. Algumas edições também são publicadas em árabe, chinês e persa. Cada revista é catalogada por volume e por número.

As opiniões expressas nas revistas não refletem necessariamente a posição nem as políticas do governo dos EUA. O Departamento de Estado dos EUA não assume responsabilidade pelo conteúdo nem pela continuidade do acesso aos sites da internet para os quais há links nas revistas; tal responsabilidade cabe única e exclusivamente às entidades que publicam esses sites. Os artigos, fotografias e ilustrações das revistas podem ser reproduzidos e traduzidos fora dos Estados Unidos, a menos que contenham restrições explícitas de direitos autorais, em cujo caso é necessário pedir permissão aos detentores desses direitos mencionados na publicação.

O Bureau de Programas de Informações Internacionais mantém os números atuais e os anteriores em vários formatos eletrônicos, bem como uma relação das próximas revistas em http://www.america.gov/publications/ejournalusa.htmlComentários são bem-vindos na embaixada dos EUA no seu país ou nos escritórios editoriais:

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Coordenador Jeremy F. Curtin
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Diretor de criação George Clack
Editor-chefe Richard W. Huckaby
Editor-gerente Bruce Odessey
Gerente de produção Christian Larson
Gerente adjunto de produção Chloe D. Ellis
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Editora de cópias Kathleen Hug
Editora de fotografia Maggie Johnson Sliker
Especialista em referências Anita N. Green
Projeto da capa Diane Woolverton
Revisora do português Marília Araújo